segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Roberto Rocha Júnior é eleito melhor vereador de 2013, segundo enquete de blog local





O vereador Roberto Rocha Júnior (PSB) foi escolhido pelos leitores do blog do jornalista Gilberto Leda, como o vereador mais atuante de 2013. Roberto Júnior recebeu 522 votos na enquete feita no blog, que durante dez dias ficou á disposição para que os leitores votassem.
O resultado da enquete é o reflexo do excelente trabalho que o vereador Roberto Júnior está desempenhando no legislativo municipal. Durante todo este ano, o parlamentar, que é o mais jovem vereador da câmara, tem se destacado com projetos e indicações de grande interesse social, sempre voltado em atender os reclames e anseios da população mais carente de São Luís. Um exemplo foi o Banco da Cidade, projeto de sua autoria que vai disponibilizar empréstimos a juros baixos e fomentar o empreendedorismo em São Luís.




Fontes: http://bloguedovarao.blogspot.com.br/2013/12/roberto-rocha-junior-e-eleito-melhor.html
http://gilbertoleda.com.br/2013/12/16/roberto-jr-pedro-lucas-e-fabio-camara-vencem-enquete/

''Todos os dias fazem agressões pessoais e cobram que ele resolva, em menos de 1 ano, problemas acumulados em décadas'',diz Flávio Dino



Por Flávio Dino

EDIVALDO

Apoiei a candidatura de Edivaldo Holanda Junior a prefeito de São Luís desde o primeiro momento. Conquistamos uma bela vitória em 2012.

Em um cenário inicial de dificuldades, há quem cogite que estou arrependido. Ao contrário. Edivaldo tem sido leal, correto, dedicado aos interesses da nossa capital. Ele não roubou dinheiro público, não abriu contas bancárias em paraísos fiscais, não curvou a espinha à prepotência dos poderosos, não se seduziu pelo “canto da sereia” das facilidades do poder.

Edivaldo trabalha muito e tem procurado acertar. Por isso mesmo, é vítima de uma campanha impiedosa. A mídia da oligarquia não dá descanso. Todos os dias fazem agressões pessoais e cobram que ele resolva, em menos de 1 ano, problemas acumulados em décadas.

O governo do Estado em nada ajuda São Luís. Vejamos, por exemplo, a situação da saúde. Se o sistema funcionasse de modo decente no interior do Estado, os Socorrões não estariam super-lotados e teriam um funcionamento adequado. Como não há hospitais regionais com a qualidade necessária, os dramas das famílias maranhenses chegam até São Luís ou Teresina.

Comparem quantos convênios do governo do Estado foram feitos com outras cidades e com São Luís. A discriminação é evidente, pois São Luís até hoje nada recebeu do governo do Estado. O mesmo vale para todas as cidades em que os Prefeitos estão juntos com o movimento pela mudança.

Por causa de seus interesses eleitorais, o governo do estado prejudica a população de São Luis e de outras cidades, negando recursos que poderiam significar mais saúde, educação, saneamento.

O grupo Sarney torce pra que tudo dê errado na nossa capital, por causa do seu interesse de desgastar Edivaldo para tentar me prejudicar eleitoralmente. Ou seja, apenas pelo interesse egoísta deles, de buscar vencer mais uma eleição para o governo do Estado, estão perseguindo mais de 1 milhão de pessoas.

Estou entre aqueles que torcem por São Luis, e por isso procuro colaborar todos os dias. Tenho confiança no prefeito Edivaldo. Os resultados já estão aparecendo, e em 2014 serão mais visíveis.

Um governo deve ser avaliado por sua obra em quatro anos, e nós acreditamos que, ao final do seu mandato, Edivaldo terá honrado seu compromisso de mudar a cidade para melhor.

Estou junto com Edivaldo para ele seguir trabalhando com seriedade e independência, apesar das pressões e da discriminação da oligarquia contra São Luis.

E, se Deus permitir, quando as forças da mudança estiverem no comando do Estado, essa discriminação contra São Luís vai acabar.

É também por isso que devemos fazer a mudança no Maranhão: para termos um governo estadual que trate todos os prefeitos com igualdade, independente de posições políticas. Afinal, antes de representar um ou outro partido, eles representam a população de suas cidades.

Quando o tempo do coronelismo chegar ao fim, São Luís e as demais cidades terão o apoio necessário para resolver os problemas da população.

Enquanto esse dia não chega, estou ajudando e vou ajudar ao máximo para que Edivaldo, com recursos da prefeitura e com o apoio do Governo Federal, melhore a vida da nossa capital.




Fonte: https://www.facebook.com/flaviodino/posts/235939163233531

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Diversas famílias serão beneficiadas com as obras no bairro Bom Jesus e com o canal da Cohab/Cohatrac.







As obras de requalificação urbana do bairro Bom Jesus estão a todo vapor. Ações de terraplenagem, drenagem superficial e profunda, construção de meio-fio, sarjeta e calçada, pavimentação em asfalto e blocos de concreto intertravados estão sendo feitas no local.

A área integra as 282 vias do Polo Coroadinho que estão recebendo requalificação asfáltica em ações da Prefeitura de São Luís por meio do Programa de Recuperação Ambiental e Melhoria da Qualidade de Vida do Banco Mundial. Com as ações, milhares de moradores serão beneficiados.

A costureira Francisca Gonçalves, moradora do bairro, comemorou a realização das obras, alegando que essa já era uma reivindicação antiga da população. “Quem mora aqui convivia com a poeira, sujeira, buracos e na chuva era muito pior porque não tínhamos como aliviar a situação. Ver o asfalto chegar faz a gente se sentir mais humano”, disse.

As obras no Bom Jesus seguem em ritmo acelerado e deverão ser entregues à população até a primeira quinzena de janeiro.

Canal Cohab/Cohatrac

As obras do canal Cohab/Cohatrac, que deverão beneficiar 200 mil pessoas que residem na Cohab, Cohatrac e Maiobinha também estão em ritmo acelerado.  Ontem (12) foi iniciado o serviço de concretagem. A obra, com dois quilômetros de extensão, está sendo construída nas imediações do Planalto Anil II até a Maioba. Ao longo de sua extensão, também estão previstas ações de requalificação urbana e paisagística.
A obra irá evitar alagamentos no período chuvoso e promoverá um positivo impacto ambiental na região.



Fonte: http://www.maranhaodagente.com.br/moradores-do-bom-jesus-e-cohabcohatrac-comemoram-ritmo-das-obras-que-beneficiarao-os-bairros/

quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Que criatividade!!Conheçam a arte da jovem Jee Young Lee


Isso que chamo de criatividade,a artista coreana Jee Young Lee cria cenários surrealistas maravilhosos ,e por incrível que pareça,sem photoshop algum.Não acredita!?Pois confira a matéria e algumas fotografias desse belo trabalho.



Por Jaque Barbosa

A jovem artista coreana Jee Young Lee tem deixado todo mundo de queixo caído com sua arte. Ela apresentou uma exposição surrealista chamada “Stage of Mind“, na qual cria cenários impressionantes em seu estúdio – SEM PHOTOSHOP.

A mágica acontece numa pequena sala de 3,6 x 4,1 x 2,4 metros em Seul. Ela mesma cria os cenários coloridos, psicodélicos e visualmente intensos, se certificando que cada detalhe esteja perfeitamente arranjado. Para tamanha precisão, ela leva semanas ou até mesmo meses para criar cada uma das fotos.
Quando o cenário está pronto, ela o se incorpora nele de formas diferentes, tirando esses fantásticos auto-retratos. E vale dizer novamente: sem photoshop.

Segundo a artista, todos os cenários têm alguma relação com algum episódio de sua vida, ou com alguma fábula coreana, ou então com outras heranças culturais de outros lugares do mundo. Veja só:

                                                                        Ressureição




                                                                  O quarto do pânico




                                                                       Pássaros negros



Seu trabalho fantástico vai estar exposto na OPIOM Gallery, in Opio, França, de 7 de fevereiro até 7 de março de 2014.





Fonte: http://www.hypeness.com.br/2013/12/voce-nao-vai-acreditar-que-as-instalacoes-dessa-artista-foram-feitas-sem-photoshop/

Cinco mitos sobre a paternidade



Por Bruce Linton


Como questionar os mitos da paternidade
*Mitos e verdades

Se você é como a maioria dos pais de primeira viagem, deve estar com algumas idéias na cabeça um tanto equivocadas sobre o significado da paternidade. Esses conceitos são baseados em experiências com seu próprio pai e em atitudes que você acredita serem esperadas pela sociedade. Infelizmente, há poucos recursos disponíveis para ajudar os homens a processar tais assuntos ou para colocar tantos mitos em xeque. Mesmo assim, quanto mais você examinar e buscar entender suas expectativas sobre a paternidade, mais chances terá de se tornar o pai que deseja.

Talvez o maior dos mitos seja o de que há apenas uma definição do que é ser um "bom pai". A questão é que a paternidade não é nenhuma entidade imutável. Você tem o poder de fazer dela o que quiser para atender às suas necessidades, assim como as da sua família. E o melhor de tudo é que tem tempo para isso. Da gestação aos primeiros anos de uma criança, os homens mudam e desenvolvem uma identidade única como pais. Veja a seguir outros cinco mitos sobre a paternidade e a verdade escondida por trás deles.

Mito 1: Só os sentimentos da gestante é que contam

As incríveis mudanças no corpo de sua parceira durante a gravidez e os preparativos para o parto podem fazer com que se acredite que somente os sentimentos dela importam neste momento. A preocupação com o bem-estar físico e mental da mulher na gravidez é importante, assim como depois que o bebê nascer, o que não quer dizer que os sentimentos do pai não sejam também.

É mais fácil para um futuro papai falar todo animado sobre os aspectos positivos das mudanças que vêm pela frente. Bem mais complicado é dar voz à inevitável sensação de temor e apreensão. Será que vou desmaiar na hora do parto? Será que vai haver alguma complicação? Será que nosso relacionamento vai mudar? Será que a chegada de um filho não vai atrapalhar minha carreira?

É importante que sua parceira saiba dos seus receios. Muitos pais não compartilham medos sobre a gravidez e a chegara do bebê com as mulheres para poupá-las de mais preocupação. A verdade é que a maior parte das mulheres quer esse tipo de interação. Conversas sinceras e abertas só vão aproximar vocês dois.

Não deixe também de conversar com amigos que estejam passando ou já tenham passado pela experiência.

Mito 2: Recém-nascidos não precisam dos pais

A forte ligação entre sua parceira e o bebê, especialmente se ele estiver mamando no peito, poderá deixar você se questionando se afinal de contas vai servir para alguma coisa. Saiba que sim.

Você é uma pessoa importante na vida do neném e traz conforto e segurança a ele. Para criar um vínculo especial com seu filho, segure-o no colo, nine-o, converse com ele ou cante uma música -- só espere para fazer isso depois das mamadas, assim a atenção dele será total. Além de ter momentos especiais com o bebê, você também estará ajudando a dar um tempo para sua parceira descansar e recuperar as energias depois de amamentar.

Você pode ajudar a alimentar o bebê se sua parceira ordenhar o leite para colocar em uma mamadeira ou copinho, ou se vocês, junto com o pediatra, tiverem decidido complementar a alimentação com fórmula láctea.

Mito 3: Homens não sabem cuidar de bebês

Esta é uma grande mentira que impede pais de terem uma relação próxima com os bebês e causam ansiedade nas mães, que temem que os homens não sejam capazes de lidar com recém-nascidos. No mundo de hoje não faltam exemplos de homens que cuidam de bebês sozinhos.

Pais e mães aprendem a atuar como tal no dia-a-dia, pela vivência e pelo contato com as crianças. Se dedicar tempo para seu filho, você naturalmente aprenderá a reconhecer as necessidades dele.

Mito 4: Homens que se dedicam aos filhos não estão bem na carreira

Muitos homens cresceram com o conceito de que seu valor era basicamente medido pelo trabalho. Mas essa verdade, que já foi absoluta, começa a mudar, e alguns homens estão trocando as conquistas profissionais por mais tempo com a família, por enxergar aí a fonte de sua satisfação pessoal, e não porque simplesmente suas carreiras já não iam bem mesmo.

Hoje em dia, mais homens do que nunca sentem que ser bons pais é uma conquista significativa por si.

Mito 5: Você está destinado a ser um pai igual ao que teve

Seu próprio pai vai adquirir novos significados quando você se tornar pai. É natural pensar em sua história e acreditar que, por bem ou por mal, seguirá os passos do seu pai. Mas não tem que ser assim. Seu pai é uma das influências sobre o tipo de pai que você será, porém não a única.

Pense em todas as pessoas que afetaram sua vida ao longo do tempo, de professores a amigos, tios e irmãos, e crie sua própria identidade paterna.

Basta ver como cada lugar do mundo encara a paternidade de uma forma diferente. Em algumas culturas africanas, por exemplo, "pai" é na verdade um grupo de homens, não um indivíduo. A paternidade é socialmente construída, baseada nas necessidades dos integrantes de um determinado local, em um determinado momento histórico. Foi assim com nossos pais. Para eles, ser bom pai era, acima de tudo, ser bom provedor e não deixar faltar casa, comida e educação para os filhos. Os homens agiam conforme o que parecia ser melhor dadas as demandas sociais e familiares da época.

Você também fará esse tipo de escolha. Procure enxergar a paternidade como um papel a ser desempenhado diariamente, conforme você explora as possibilidades da vida. Pegue as experiências positivas de sua própria família e acrescente novas por conta própria. Leia mais sobre como se inspirar se você não teve um superpai.

Como questionar os mitos da paternidade

1. Reflita sobre como a paternidade está afetando você. Compartilhe impressões com sua parceira e amigos que estão na mesma situação.

2. Pegue, acarinhe, nine e conforte seu recém-nascido desde a hora em que ele nascer.

3. Aprenda a trocar fraldas, dar banhos, alimentar seu filho e ser parte da rotina dele.

4. Pense nas concessões profissionais que está disposto a fazer para ter mais tempo para seu filho. Isso é algo que leva tempo.

5. Aproveite as boas qualidades do seu próprio pai, de professores, amigos e parentes para se espelhar e criar sua identidade paterna. Qualquer pessoa que teve um impacto positivo na sua vida pode ser um modelo a seguir.


Fonte: http://brasil.babycenter.com/a1500040/cinco-mitos-sobre-a-paternidade#ixzz2nHbwxD3o

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

As 5 fases do sono




Fases do sono

1ª fase:
É a fase do adormecimento. Essa fase pode durar de alguns instantes até 15 minutos e ocupa de 5% a 8% da noite de sono. Funciona como uma espécie de zona intermediária entre estar acordado e dormindo. O cérebro produz ondas irregulares e rápidas e a tensão muscular diminui. A respiração fica suave e os pensamentos do mundo desperto flutuam pela mente. Se for acordada nessa fase, a pessoa reagirá rapidamente, negando que estava dormindo.

2ª fase:
De um sono mais leve.
A temperatura corporal e os ritmos cardíaco e respiratório diminuem. As ondas cerebrais diminuem ainda mais. Essa fase ocupa de 45% a 55% do tempo total do sono, durando cerca de 20 minutos. As ondas do cérebro alongam-se, regularizam-se e são afetadas somente por alguma atividade elétrica isolada e repentina. Nesta fase, a pessoa cruza definitivamente o limite entre estar acordada e dormindo. Se alguém levantar suavemente a pálpebra de uma pessoa nessa fase do sono, ela não acordará. Os olhos já não respondem a um estímulo.

3ª fase:
O corpo começa a entrar no sono profundo. As ondas cerebrais tornam-se grandes e lentas. É uma fase rápida. Dura cerca de dez minutos por ciclo, o que corresponde a uma média de 5% do tempo na cama.

4ª fase:
É o sono profundo, onde o corpo se recupera do cansaço diário. Essa fase é fundamental para a liberação de hormônios ligados ao crescimento e para a recuperação de células e órgãos. Dura cerca de 55 minutos, não mais que 20% da noite. A pessoa fica totalmente inconsciente. Está tão fora do mundo que nem uma tempestade poderá acordá-la.

Sono REM:
A atividade cerebral está a pleno vapor e desencadeia o processo de formação dos sonhos. Os músculos ficam paralisados, as freqüências cardíaca e respiratória voltam a aumentar e a pressão arterial sobe. É o momento em que o cérebro faz uma espécie de faxina geral na memória. Fixa as informações importantes captadas durante o dia e descarta os dados inúteis. Durante o REM, os músculos longos do tronco, os braços e as pernas estão paralisados, mas os dedos das mãos e dos pés podem contrair-se. O fluxo sanguíneo em direção ao cérebro aumenta e a respiração fica mais rápida e entrecortada. REM é a fase dos sonhos vividos. Se a pessoa for acordada aqui, provavelmente recordará fragmentos de suas fantasias. Depois de 10 minutos de REM volta-se a descer às fases de sono quieto.

Nas primeiras horas da noite predomina o REM. Pela manhã, percorre-se de quatro a cinco vezes o circuito do sono completo.


Fonte: http://www.costaricacolchoes.com.br/dicas/As-5-fases-do-sono_17.html

domingo, 8 de dezembro de 2013

A liderança de Flávio Dino incomoda...


Por Samuel Bastos

Quem acompanha o noticiário, principalmente os blogs, não tem como não ficar estupefato com a fúria do bombardeio da mídia sarneysista contra o Presidente da Embratur Flávio Dino. Também pudera, durante décadas conseguiram ditar normas, induzir as escolhas e impor opiniões… no entanto os tempos são outros.

Esqueceram a velha regra da física onde a força da ação corresponde a da reação. Não estavam preparados para terem seus factóides rebatidos um a um e perdem o equilíbrio sempre que surge uma notícia positiva para a oposição. Pior do que isso, tentam desmerecer os veículos da mídia nacional que colaboram nas denúncias das mazelas do Estado provocados pelos quase cinqüenta anos de domínio da única oligarquia que subsiste no país.

Para os aliados do clã não há espaço para quem discorde. Se for político a vida sofre uma devassa, se for partido seus integrantes são achincalhados e se for imprensa tem sua atuação reduzida a pó. O desespero é visível já que mesmo com toda essa metralhadora giratória disparando para todos os lados, o comunista permanece firme. E é justamente por isso que Roseana Sarney (PMDB) tem se recusado a aceitar que os institutos de pesquisa não consigam divulgar uma única pesquisa que mostre queda de seu principal adversário.

Tem sido inaceitável para o Palácio dos Leões admitir que Luis Fernando mesmo fantasiado de governador e com parte da grande mídia ao seu dispor, não consiga decolar e melhorar sua performance perante a opinião pública. Pela primeira vez na história recente a máquina estadual a menos de um ano da eleição ainda não conseguiu mostrar sua força e operar o milagre de melhorar os números.

Como não conseguem fazer o candidato do governo crescer na opinião pública a estratégia é tentar pelo menos desgastar a imagem de quem resolveu proclamar essa tal de mudança. A ordem é atacar quem está mostrando cacife para impedir as bodas de ouro do mando de Sarney no Maranhão, já que no Amapá parece que o mando já tem dia e hora para terminar.

E por falar em Sarney, até ele tem dado demonstrações claras de que se incomoda com a performance de Dino. De estadista conciliador e católico praticante, o ex-presidente resolveu mostrar a face e em sua coluna de domingo chamou seus oposicionistas de bocas do diabo. Contraditório não para quem prega a religiosidade e a democracia? Talvez porque nem ele esteja mais conseguindo mostrar sua força lá em cima ou porque esteja com receio de ter que assistir Roseana quebrar todo o porcelanato da mansão do Calhau mais uma vez, da mesma forma que fez em 2006 quando perdeu a eleição para Jackson Lago segundo contam por ai.

A análise rápida que se faz disso tudo é que todos os ataques da mídia sarneysista só mostram o quanto a liderança de Flávio Dino incomoda senão não haveria necessidade dessa tentativa de execração midiática contra o comunista e seus aliados. Pelo visto estão lhe dando com uma boa massa de pão: quanto mais batem, mais ele cresce…




Fonte: http://www.portalgaditas.com.br/eita-flavio-dino-que-incomoda/

Nelson Mandela,admirável homem



Mandela entendeu ser mais difícil navegar nos labirintos da liberdade que travar a luta sem matizes entre o bem e o mal






Por Ariel Dorfman


Não me lembro quando soube pela primeira vez da existência de Nelson Mandela. Talvez tenha sido em 1962, ano em que o futuro presidente da África do Sul foi condenado à prisão perpétua entre os rochedos de Robben Island. Poderia ter sido naquela época, mas não foi.

Eu era então um jovem de 20 anos e, como tantos outros de minha geração no Chile, pregava a revolução. Ao menor pretexto, nacional ou internacional, saía com outros estudantes às ruas de Santiago para exigir justiça, contra uma maré de policiais armados. Entretanto, nessa multiplicação de protestos não houve nenhum, que eu lembre, voltado para exigir a liberdade de Mandela. Nós entendíamos, com uma clareza meio borrada, que o apartheid sul-africano era uma mácula racista, o sistema mais desumano e cruel do mundo; mas a luta de Mandela era um mero clarão distante frente às urgências de uma América Latina empobrecida e abrasada. Nem mesmo nos três anos da presidência de Salvador Allende - cujo programa de libertação nacional poderia ter sido calcado na Freedom Charter do Congresso Nacional Africano - a figura de Mandela chamou minha atenção.

Foi somente em 1973, quando o golpe militar contra Allende me mandou para o exílio, deixando-me desnorteado e sem país, que o nome de Mandela foi se tornando uma espécie de lar e refúgio, uma chama de esperança que foi meu alento nos dias de desterro com um indômito e terno exemplo de lealdade. Seu significado cresceu mais ainda por causa do distorcido conluio dos dois regimes proscritos, o de Augusto Pinochet e o de Balthazar Vorster e Pieter Botha, que trocavam medalhas, embaixadores e exportações (inclusive de armas e gás lacrimogêneo). Essas ditaduras irmanadas em sua obsessão por eliminar toda rebeldia, toda dissidência, fizeram crescer ainda mais minha identificação com o destino de Mandela. Fizeram com que eu sentisse, como tantos que buscavam um mundo mais decente e insubornável, que sua luta era a minha, era a nossa.

Mesmo assim, o Chile precisou recuperar sua democracia em 1990 - mesmo ano em que Mandela enfim saiu triunfalmente do cárcere - para eu começar a compreender que aquele ex-preso político era muito mais que um símbolo ou um eco. Num momento em que a África do Sul, o Chile e muitos outros países enfrentavam os dilemas turbulentos de uma transição para a democracia, em que nos perguntávamos como fazer frente aos horrores do passado sem sermos reféns do ódio que este passado continuava gerando, Mandela foi nosso modelo e guia. Ao conseguir que sua pátria eliminasse pacificamente o apartheid, ao negociar com o inimigo, mantendo, contudo, sua dignidade inquebrantável, ele ofereceu a todos que tínhamos lutado durante décadas contra a injustiça uma lição fundamental. Tivemos de aprender que pode ser eticamente mais complicado navegar entre as tentações e os matizes da liberdade do que manter a cabeça erguida e o coração batendo forte em meio a uma opressão que separa, sem ambiguidades, o bem do mal.

Admirável esse homem que, embora tendo passado quase 30 anos no cárcere, talvez por ter coexistido tanto tempo com os adversários mais aguerridos compreendeu que a reconciliação é sempre possível. E nos advertiu a não trair a memória sempre que se exija o arrependimento alheio. Mais que admirável. Porque justamente quando pensamos que não poderia ser mais venerado ainda, exatamente então ele decidiu não eternizar-se na presidência. Preferiu dar um exemplo de probidade e confiança na democracia. Um dos homens mais populares do planeta e ídolo em seu país, escolheu não acumular todo o poder em sua pessoa, optando por preparar a pátria para o momento inevitável de seu desaparecimento.

Esse momento chegou.

Agora o mundo, e em especial a África do Sul, terão de encontrar um rumo no futuro incerto sem sua prodigiosa presença, o que me atrevo a chamar de sua luz em nossa escuridão.

E é agora, evidentemente, que Mandela irá se tornar cada vez mais perigosamente lendário. Se não pôde defender-se em vida da santificação insensata, como conseguirá depois da morte ser tratado simplesmente como um ser humano de carne e osso, alguém que, como todos os seres do nossos universo, nasce e come, come e ama, ama e morre?

Gostaria então neste instante doloroso em que Mandela começa a nos escapar entre os discursos e os panegíricos, os elogios, os monumentos e as estátuas, gostaria de resgatar esse homem real, tangível, corpóreo.

Tive a sorte de estar com  Madiba (seu nome de clã) no dia 28 de julho de 2010, quando visitei a África do Sul para proferir a Mandela Lecture, conferência que cada ano é dada em sua honra. Quando me mandaram o convite - o primeiro a um latino-americano e a um escritor -, meus anfitriões me disseram que Mandela receberia a mim e a minha mulher, Angélica, em sua casa para almoçar - desde que, evidentemente, não estivesse doente. Sua saúde não permitiu nosso almoço, mas pudemos conversar durante uma hora na sede da fundação que tem seu nome.

Seria um dos últimos encontros de Mandela com um visitante estrangeiro, alguém que não pertencia a seu círculo imediato.

Chamou-me atenção sua fragilidade, a lenta precariedade de seus movimentos, a firmeza de sua mão quando apertou a minha, a forma como seu rosto se transformava, como um sol ao amanhecer, quando sorria. E seus maiores sorrisos eram para Graça Machel, sua terceira mulher, que cuidou dele na velhice, a quem devemos que um homem tão maltratado no cárcere tenha sobrevivido até os 94 anos.

Do que falamos naquela oportunidade? De Allende, evidentemente. E dos ataques xenofóbicos aos forasteiros e aos estrangeiros, que, segundo Mandela, são uma vergonha nacional. E de suas esperanças para a África do Sul.

Tudo isso era previsível.

O mais impressionante é quando ele fala do pai e da mãe. Como todos os homens em idade avançada, Mandela vive uma grande parte de cada dia no passado remoto e, na ocasião, como conversamos sobre seu aniversário, mencionou um incidente no qual o pai bateu na mãe, uma degradação que não está em nenhuma de suas biografias.

Imediatamente, apareceu outro Mandela. Alguém que adora o pai, mas o critica. Alguém que ama a mãe, mas se envergonhava por sua desonra. Alguém que, muito antes de ser o grande protagonista que salvou sua pátria e ofereceu um exemplo moral inigualável a nossa espécie desgarrada, foi uma criança, pequenina e indefesa, que percebia que a injustiça sempre começa pelos menores atos, os mais aparentemente desprovidos de importância. Uma criança que presencia esse ataque contra a mãe - ou talvez o relato do fato, que pode mesmo ter ocorrido antes de seu nascimento, não fica evidente em sua rememoração - e que se pergunta, ante a imensidão desolada do continente africano, por que existe a dor, se pergunta sobre um mundo autoritário que parece imutável e, no entanto, precisa ser corrigido, precisa ser melhorado.

Esse é o Mandela que quero lembrar.

O que viveu dia após dia seu século terrível e não saiu destroçado do cativeiro.

O que cultivou um jardim na prisão.

Ele gostava de plantar e colher debaixo de chuva e sol, sabendo que, assim como exercia um mínimo controle sobre um pedacinho de terra, também podia controlar sua dignidade e suas memórias e a fidelidade com os companheiros.

O que compartilhava frutas e verduras com os outros presos, mas também com os carcereiros, prefigurando o tipo de nação que desejava e com o qual sonhava.

É assim que quero lembrar de Mandela.

Como um jardim que cresce, assim como cresce a memória. Como um jardim que cresce como deveria crescer a justiça. Como um jardim que nos reconcilia com a existência e a morte e as perdas irreparáveis. Como um jardim que cresce como cresce Mandela dentro de todos nós, dentro do mundo que ele ajudou a criar e terá de encontrar, tateando, uma maneira de ser fiel a ele. / TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA

ARIEL DORFMAN, ESCRITOR CHILENO, É AUTOR, ENTRE OUTROS, DE ENTRE SUEÑOS Y TRAIDORES: UN STRIPTEASE DEL EXILIO (SEIX BARRAL)




sábado, 7 de dezembro de 2013

A POLÍTICA DA MUDANÇA































Por Flávio  Dino

Tenho andado pelo Maranhão e discutido junto à população ideias para resolver antigos problemas do nosso estado. O nosso movimento Diálogos pelo Maranhão é regido a partir de valores de Justiça, Igualdade e geração de Desenvolvimento. Pois acreditamos que é com boas propostas, pondo fim à política da perseguição e colocando no lugar dela a política da esperança, do trabalho e das solução é que vamos construir, juntos, um Maranhão de Todos Nós.





Por fim à política da perseguição e dar lugar à politica do trabalho, das ideias e da esperança. Essas são as premissas defendidas por Flávio Dino durante evento em São Domingos do Maranhão.





EUFORIA NO OUTRO LADO DA PONTE



Por Abdon Marinho


Euforia no outro lado da ponte

Nos meus anos de vida já vi muitas cenas curiosas. Sexta-Feira testemunhei mais uma: o editorial do Jornal Pequeno sendo brandido como um troféu pelas aquelas pessoas que o próprio JP apelidou carinhosamente de “o pessoal do outro lado da ponte”. Até parecia que esperavam uma aprovação do jornal para acreditar no trabalho que fazem na saúde. Era um tal de “viram o editorial para cá”, “viram o editorial para lá”, blogs reproduzindo o texto aqui e ali.

Sexta, 06/12, foi uma espécie de 13 de maio para “o pessoal do outro lado da ponte”. Sentiram-se todos alforriados. E Lourival Bogéa era própria Princesa Isabel. Achei engraçado. não imaginei que precisassem da aprovação de jornal ao qual dia sim e no outro também, chamam de pasquim e de outros adjetivos que não ouso reproduzir no papel. De repente estavam todos lá agradecidos e esquecidos. Coisas do Maranhão.

E o que fez o JP? Nada demais. Apenas repetiu o que eu já havia dito numa entrevista, lá pelo mês de abril, no blogue do amigo Robert Lobato (esse, aliás, um dos mais eufóricos), que não passa de tolice essa história de alguns da oposição tentar desqualificar a construção de hospitais e o asfaltamento de estradas pelo governo do estado. Lembro que quando disse isso alguns próceres oposicionistas, ocultos sob pseudônimos, chegaram a questionar a minhas palavras e até me colocaram “como inimigo da causa, um sarneysista, alguém que dizia o que dizia porque pleiteava uma vaga de desembargador, etc”. Quase morro de ri dessa infantilidade sem fim.

O que dizia e repito é o seguinte: Quando você não tem nada e passa a ter alguma coisa, existe uma grande diferença, sim. Se as pessoas para ter um atendimento básico, fazer um curativo ou mesmo dá à luz tinham que se deslocar até uma cidade maior e hoje pode fazer isso num local mais próximo, significa uma melhora para essas pessoas. Melhora que não pode ser ignorada.

A mesma coisa com relação ao asfaltamento de estradas. Qualquer um que conhece construção sabe a duvidosa qualidade das obras que estão sendo feitas. Chega a ser escandalosa. Aqui mesmo nas MA’s que cortam a ilha, outro dia na liga a Maioba ao Maracajá, colocavam asfalto de um lado, do outro já começavam a surgir os buracos, tal o nível e qualidade, já está com diversos pontos de remendos, acho que a camada de asfalto não chega a dois cm, mas a melhoria para os que ali trafegam é significativa, o alargamento de um metro meio em ambos os lados da pista deu muito mais segurança aos pedestres, motociclistas, ciclistas e motoristas. Resolveu o problema? Lógico que não, minorou. Assim é em todos os lugares (ao menos por onde andei). O governo do estado não está fazendo estradas, implantando MA’s, está asfaltando caminhos mantendo os mesmos defeitos e com obras de péssima qualidade, mas que já é um alento para quem tem que pegar a estrada.

Quando digo que não duram dois invernos, dizem que “mau agouro”, “boca do diabo” (adorei esse), na verdade é apenas noção básica do seja uma obra, do que seja saúde, do que seja educação.

A mesma coisa acontece a saúde pública. O Maranhão, com estes hospitais estaduais – cuja as construções são questionadas por diversos ângulos (muitos acusam os processos de várias coisas, desde licitação dirigida, a péssima qualidade das obras, passando por sobrepreços e outros vícios, aos quais por não conhecer não posso dá veracidade), – passa a ter alguma saúde. O que os futuros governantes precisam fazer é ampliar sua capacidade, dotá-los de médicos com especialidades e outras melhorias ou seja dar-lhes melhor resolutividade e incorporá-los à política de saúde do SUS.

Dizer que temos uma política de saúde invejável é um flagrante exagero (em outro texto devo esmiuçar alguns equívocos do que vem se fazendo neste setor), mas há que se reconhecer que já temos alguma coisa. Saímos do quase nada para o quase alguma coisa. Só que isso ainda está longe ser uma política de saúde, não é a toa que as vans continuam a percorrer as estradas do Maranhão indo para estados vizinhos, principalmente o Piauí, atrás de atendimento.

Os números do Maranhão em desenvolvimento ainda são vergonhosos sobre qualquer aspecto que os examinemos. O propalado crescimento é uma ficção. Festejar que ultrapassamos o paupérrimo estado de Alagoas é querer insultar as pessoas desde estado que têm um mínimo de noção do que seja crescimento. O Maranhão é um estado rico deveria está muito além do lugar onde se encontra. Além do mais, há ainda uma possibilidade que me foi alentada por um amigo querido, pode ser que não tenha sido o Maranhão que tenha enricado e sim que Alagoas tenha ficado mais pobre. É uma possibilidade. Uma real possibilidade. Abstraindo essa consideração há sim algum crescimento. Não poderia não haver em um estado tão rico. O que está errado é o modelo de crescimento que o governo finge não enxergar, um crescimento que concentra a riqueza nas mãos de bem poucos enquanto o restante da população fica cada dia mais pobre, conforme já mostrei em textos anteriores. É isso que está errado. É esse o modelo de crescimento que as pessoas de bem, sejam de que lado for, devem combater, pois não serve ao Maranhão.

O editorial alforriador para “pessoal do outro lado da ponte” do Jornal Pequeno apenas coloca os fatos com lucidez. Não é motivo para os “valeu, Lourival!”, “É isso aí, Lourival!”, etc. Acho até que a colocação perfeita seria: “Menos, Lourival, menos!”

Fontes: https://www.facebook.com/abdon.marinho/posts/653140471404122
“É isso aí, Lourival!”:http://robertlobato.com.br/e-isso-ai-lourival/

“O Farol”: Nascer, crescer, envelhecer

"O Farol", o do diretor Po Chou Chi, retrata a relação entre pai e filho imersa na passagem do tempo





Nascer, crescer, envelhecer. Sete minutos foram suficientes para que Po Chou Chi expressasse sua visão sobre a passagem do tempo e os laços entre pai e filho na animação “O Farol”, vencedora de 27 prêmios internacionais e presente em 50 festivais de cinema.

Natural de Taiwan e radicado em Los Angeles, Po usou de simbolismos para retratar um farol e os momentos de transição entre a rotina do pai, do ambiente e do clima. Sem nenhuma palavra, o curta conta com o piano de Chien Yu Huang. Veja abaixo “O Farol” de Po Chou Chi e seja você a premiá-lo com a 28ª estatueta.










quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Vídeo do Dia


A ponte



''Bem-aventurados os humildes, pois eles receberão a terra por herança.'' Mateus 5:5

Deputada Graça Paz defende reforma do Estatuto da Criança e do Adolescente




A deputada Graça Paz (PSL) ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa nesta quarta-feira (27), para destacar que já está em tramitação e deve ser apreciado pela Câmara Federal o Projeto de Reforma do Estatuto da Criança e do Adolescente, cuja principal medida sugerida é dobrar – de três para seis anos – o período de internação de menores infratores que cometem crimes hediondos.

A parlamentar disse que é uma medida válida, porque os menores infratores estão matando as pessoas todos os dias, desordenadamente, porque sabem que não existe punição severa para os crimes cometidos. Segundo a deputada, os próprios bandidos adultos usam diariamente esses menores para cometerem assassinatos e roubos, e ainda dividem o lucro dos crimes.

Para Graça Paz, é necessário que a Câmara Federal aprove e a presidenta Dilma Rousseff (PT) sancione o projeto, porque os menores infratores devem ser barrados e ficarem mais temerosos pelo fato de permanecerem internados mais tempo, e diminuam ou acabem com esses assassinatos e roubos que estão sendo cometidos em todos os cantos do Brasil diariamente.

Fonte : http://www.luiscardoso.com.br/politica/2013/11/graca-paz-defende-reforma-do-estatuto-da-crianca-e-do-adolescente/