terça-feira, 1 de outubro de 2013
Marcos do desenvolvimento: socialização
Escrito para o BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
Aprovado pelo Conselho Médico do BabyCenter Brasil
Socialização
Como é que seu filho entende a relação dele com
outras pessoas? Como e quando ele começa a fazer amigos? O pai e a mãe são os
primeiros companheiros de brincadeira dos bebês, além de ser os favoritos.
Você vai observar como seu filho abrirá um sorriso só de ouvir sua voz, ver seu rosto ou ser tocado por suas mãos. Cabe a você ajudar a criança a se familiarizar com outras pessoas e passar a gostar da presença delas também. É o que dá início ao desenvolvimento do traquejo social.
Você vai observar como seu filho abrirá um sorriso só de ouvir sua voz, ver seu rosto ou ser tocado por suas mãos. Cabe a você ajudar a criança a se familiarizar com outras pessoas e passar a gostar da presença delas também. É o que dá início ao desenvolvimento do traquejo social.
Quando acontece
Entre o nascimento e os 3 anos, as habilidades
sociais da criança gradualmente amadurecem. Desde o momento em que nasce, seu
filho aprende a se adaptar e a responder às pessoas em volta.
Durante o primeiro ano, ele se concentra principalmente em descobrir do que é capaz (segurar coisas e andar, por exemplo) e em interagir com os pais.
Por volta dos 2 anos, começa a gostar de brincar com outras crianças. Mas vai precisar de treino para entender como essa socialização funciona -- a princípio, seu filho não vai querer dividir brinquedos com ninguém.
Ao atingir 3 anos, estará a caminho de fazer os primeiros amigos para valer.
Durante o primeiro ano, ele se concentra principalmente em descobrir do que é capaz (segurar coisas e andar, por exemplo) e em interagir com os pais.
Por volta dos 2 anos, começa a gostar de brincar com outras crianças. Mas vai precisar de treino para entender como essa socialização funciona -- a princípio, seu filho não vai querer dividir brinquedos com ninguém.
Ao atingir 3 anos, estará a caminho de fazer os primeiros amigos para valer.
Como acontece
Um mês
Até os recém-nascidos são de alguma forma sociáveis. Eles adoram ser tocados, segurados e acariciados, e o aconchego do colo.
Já no primeiro mês de vida, seu filho vai começar a fazer caretas para você e a gostar de olhar e até imitar alguns gestos. Mostre a língua e veja como ele faz a mesma coisa.
Três meses
Nessa fase, o bebê vai passar as horas em que fica acordado só observando o que acontece ao seu redor.
Ele provavelmente dará o primeiro sorriso de verdade (sorriso social) e, em pouco tempo, será especialista em iniciar uma brincadeira de dar risada e fazer barulhinhos ao mesmo tempo.
Quatro meses
Mais aberto a desconhecidos, seu filho dará gritinhos de alegria.
Mas nessa idade ninguém se iguala a papai e mamãe, que sempre receberão as reações mais efusivas. Esse é um sinal claro de vínculo.
Sete meses
Seu bebê pode começar a se interessar por outros bebês, o que geralmente quer dizer meros olhares e um eventual toque. Às vezes, eles chegam a trocar sorrisos e imitar sons um do outro.
Quando duas crianças com menos de 1 ano são colocadas lado a lado e diante de brinquedos, elas costumam continuar próximas, mas cada uma com seu brinquedo escolhido.
Os bebês nessa fase realmente gostam mais da própria família e podem até apresentar medo perto de caras novas.
Doze meses
Ao final do primeiro ano de vida, seu filho às vezes dará a impressão de ser meio anti-social, chorando quando você sair de perto ou ficando bravo no colo de outra pessoa.
Muitas crianças sofrem com a ansiedade de separação, algo que se exacerba entre 10 meses e 1 ano e meio.
Entre 1 e 2 anos
Daqui para a frente a história muda. As crianças ficam mais interessadas em relação a tudo.
À medida que desenvolve a fala e a comunicação com os outros, seu filho também vai aprender a fazer amigos e a brincar com crianças de todas as idades.
Entre 1 e 2 anos, no entanto, os bebês são bastante possessivos com seus brinquedos.
Observe como seu filho imita outras crianças e fica um tempão só olhando o que elas fazem.
Nesse estágio, aparecem novos sinais de independência, como a recusa em dar a mão para atravessar a rua ou o escândalo quando você diz a ele que não pode fazer alguma coisa.
De 2 a 3 anos
As crianças costumam ficar ainda mais autocentradas entre 2 e 3 anos. Elas ainda têm dificuldade em entender o que as outras pessoas sentem. Com o tempo, aprendem a compartilhar e a esperar a vez.
Até os recém-nascidos são de alguma forma sociáveis. Eles adoram ser tocados, segurados e acariciados, e o aconchego do colo.
Já no primeiro mês de vida, seu filho vai começar a fazer caretas para você e a gostar de olhar e até imitar alguns gestos. Mostre a língua e veja como ele faz a mesma coisa.
Três meses
Nessa fase, o bebê vai passar as horas em que fica acordado só observando o que acontece ao seu redor.
Ele provavelmente dará o primeiro sorriso de verdade (sorriso social) e, em pouco tempo, será especialista em iniciar uma brincadeira de dar risada e fazer barulhinhos ao mesmo tempo.
Quatro meses
Mais aberto a desconhecidos, seu filho dará gritinhos de alegria.
Mas nessa idade ninguém se iguala a papai e mamãe, que sempre receberão as reações mais efusivas. Esse é um sinal claro de vínculo.
Sete meses
Seu bebê pode começar a se interessar por outros bebês, o que geralmente quer dizer meros olhares e um eventual toque. Às vezes, eles chegam a trocar sorrisos e imitar sons um do outro.
Quando duas crianças com menos de 1 ano são colocadas lado a lado e diante de brinquedos, elas costumam continuar próximas, mas cada uma com seu brinquedo escolhido.
Os bebês nessa fase realmente gostam mais da própria família e podem até apresentar medo perto de caras novas.
Doze meses
Ao final do primeiro ano de vida, seu filho às vezes dará a impressão de ser meio anti-social, chorando quando você sair de perto ou ficando bravo no colo de outra pessoa.
Muitas crianças sofrem com a ansiedade de separação, algo que se exacerba entre 10 meses e 1 ano e meio.
Entre 1 e 2 anos
Daqui para a frente a história muda. As crianças ficam mais interessadas em relação a tudo.
À medida que desenvolve a fala e a comunicação com os outros, seu filho também vai aprender a fazer amigos e a brincar com crianças de todas as idades.
Entre 1 e 2 anos, no entanto, os bebês são bastante possessivos com seus brinquedos.
Observe como seu filho imita outras crianças e fica um tempão só olhando o que elas fazem.
Nesse estágio, aparecem novos sinais de independência, como a recusa em dar a mão para atravessar a rua ou o escândalo quando você diz a ele que não pode fazer alguma coisa.
De 2 a 3 anos
As crianças costumam ficar ainda mais autocentradas entre 2 e 3 anos. Elas ainda têm dificuldade em entender o que as outras pessoas sentem. Com o tempo, aprendem a compartilhar e a esperar a vez.
O que vem pela frente
É da natureza das crianças adorar estar perto de
pessoas, principalmente outras crianças, com quem aprenderão muitas coisas.
Com o crescimento, seu filho vai aprender cada vez melhor como responder às interações sociais, e seu prazer de estar com os outros só aumentará.
As amizades ficarão mais duradouras uma vez que a criança compreenda que os colegas de brincadeiras podem ficar tristes e magoados com certas atitudes.
Com o crescimento, seu filho vai aprender cada vez melhor como responder às interações sociais, e seu prazer de estar com os outros só aumentará.
As amizades ficarão mais duradouras uma vez que a criança compreenda que os colegas de brincadeiras podem ficar tristes e magoados com certas atitudes.
O que você pode fazer
Dedique bastante tempo para seu bebê, principalmente
nos primeiros meses. Eles adoram visitas, então não deixe de convidar amigos e
a família para estar com vocês.
Se seu filho demonstrar ansiedade na presença de gente estranha, não fique constrangida. Isso é comum por volta dos 7 meses.
Quando você der o bebê para um parente mais distante segurar e ele chorar, pegue-o de volta e tente um pouquinho depois, porque quem sabe ele já terá se acostumado. É importante esperar que ele primeiro se sinta seguro de novo para aí então fazer outra tentativa. Se ainda assim o bebê chorar, não insista e deixe para outro dia.
Para as crianças mais velhas, a convivência com outras é fundamental, por isso convide amiguinhos e primos para brincar na sua casa e deixe um monte de brinquedos disponíveis para eles se distraírem. Vale lembrar que muitas crianças não gostam de dividir suas coisas com os outros.
Caso seu filho de 2 ou 3 anos pareça egoísta demais, pode ser que você ache que a culpa é sua, por tê-lo mimado ou "estragado". O melhor é não esquentar a cabeça com isso: as crianças são autocentradas por natureza.
O que não quer dizer que não seja bom mostrar a elas como devem se comportar. Elogie um amigo do seu filho que emprestou um brinquedo ou que teve uma atitude generosa, já que as crianças também aprendem através de exemplos.
Se seu filho demonstrar ansiedade na presença de gente estranha, não fique constrangida. Isso é comum por volta dos 7 meses.
Quando você der o bebê para um parente mais distante segurar e ele chorar, pegue-o de volta e tente um pouquinho depois, porque quem sabe ele já terá se acostumado. É importante esperar que ele primeiro se sinta seguro de novo para aí então fazer outra tentativa. Se ainda assim o bebê chorar, não insista e deixe para outro dia.
Para as crianças mais velhas, a convivência com outras é fundamental, por isso convide amiguinhos e primos para brincar na sua casa e deixe um monte de brinquedos disponíveis para eles se distraírem. Vale lembrar que muitas crianças não gostam de dividir suas coisas com os outros.
Caso seu filho de 2 ou 3 anos pareça egoísta demais, pode ser que você ache que a culpa é sua, por tê-lo mimado ou "estragado". O melhor é não esquentar a cabeça com isso: as crianças são autocentradas por natureza.
O que não quer dizer que não seja bom mostrar a elas como devem se comportar. Elogie um amigo do seu filho que emprestou um brinquedo ou que teve uma atitude generosa, já que as crianças também aprendem através de exemplos.
Quando se preocupar
A partir do primeiro aniversário, se seu bebê
parecer desinteressado pelo contato com outras pessoas que não sejam pai ou
mãe, ou nem mesmo os dois, converse com o pediatra. Entre outras
possibilidades, ele pode estar com algum problema de audição.
No caso das crianças mais velhas (entre 1 e 3 anos), também não deixe de mencionar para o médico se elas tiverem comportamento extremamente agressivo e não conseguirem interagir com outras sem morder, bater ou empurrar.
Comportamentos assim às vezes são fruto de medo ou insegurança, e um especialista saberá sugerir formas de lidar com as necessidades do seu filho. (Alguns bebês chegam a passar por uma fase de mordidas nas escola, mas isso geralmente é mais ligado à vontade de explorar o potencial dos dentes.)
É claro que todas as crianças têm momentos de agressividade, especialmente se querem um brinquedo, no entanto esse comportamento não é constante.
No caso das crianças mais velhas (entre 1 e 3 anos), também não deixe de mencionar para o médico se elas tiverem comportamento extremamente agressivo e não conseguirem interagir com outras sem morder, bater ou empurrar.
Comportamentos assim às vezes são fruto de medo ou insegurança, e um especialista saberá sugerir formas de lidar com as necessidades do seu filho. (Alguns bebês chegam a passar por uma fase de mordidas nas escola, mas isso geralmente é mais ligado à vontade de explorar o potencial dos dentes.)
É claro que todas as crianças têm momentos de agressividade, especialmente se querem um brinquedo, no entanto esse comportamento não é constante.
Fonte: http://brasil.babycenter.com/a1500085/marcos-do-desenvolvimento-socializa%C3%A7%C3%A3o#ixzz2gUFJaJ46
sábado, 28 de setembro de 2013
Os 10 mandamentos para sua relação dar certo
1. Não
odiarás a sogra
Nada de
soltar cobras e lagartos contra a mãe do seu amado. A convivência costuma ser
mais conturbada entre noras e sogras, segundo a ciência. A psicóloga Terri
Apter, da Universidade de Cambridge, na Inglaterra, estudou 156 pessoas e, para
surpresa de muitos, as esposas é que mais reclamavam das sogras, e não os
maridos: 60 contra 15%. E é verdade que eles defendem a mami: pensam que a
mulher está sendo injusta quando reclama. Para eles, o comportamento da mãe
sempre parecerá normal. Como prevê Terri, se o conflito com a sogra não for
contido, ambas começarão a mostrar seu pior lado pois
nesse momento aparecem sentimentos de exclusão, ciúme e disputa pelo objeto amado. Não queira abarcar mais do que é seu por direito ela é mãe, também tem
importância na vida dele, e isso
deve ser respeitado.
2.
Aceitarás os amigos dele
Dou valor às
amizades, gosto de sair para conversar... Sem falar que, quando tomo um pé na bunda, o que sobra? Os amigos! Esse é o
pensamento de nove em cada dez homens e há algo errado com o décimo. Antes que você
mesma leve o pé, pegue leve. Se em time que está ganhando não se mexe e você acha
que o seu está à frente no placar , não tem
por que acirrar a marcação e
ganhar cartão vermelho. Em vez de
brigar por causa das idas dele ao boteco toda quinta-feira, que tal reconhecer
que os amigos dele não representam perigo a única loira é a
cerveja e marcar algo no mesmo dia
com suas colegas?
3.
Dirás não à rotina
Todo dia ela faz tudo sempre igual, me sacode
às 6 horas da manhã, me sorri um sorriso pontual e me beija com
a boca de hortelã... Mesmo
considerando tarefa hercúlea
pensar em rotina com Chico Buarque cantando, esse verso de Cotidiano é a pura manifestação do desgaste natural, que leva a rotina a se
instalar no relacionamento. Cada um vai levando sua vida, afastando-se
naturalmente, deixando a relação ficar desinteressante. Pior: sem criatividade
e nenhum sopro de renovação. Reverta isso vendo o outro como alguém que jamais
estará definitivamente conquistado. E, por isso, é preciso investir sempre no
amor, na captura do afeto, na sedução, na cumplicidade. Obviamente que tudo
isso com muita naturalidade. Se o dia
a dia for estruturado em obrigações como Agora eu deveria fazer isso para deixá-lo feliz, algo
dentro de você começará a morrer, afirma
o psicanalista Roberto Fernandes, de São Paulo.
Basta usar sua criatividade para sacudir a poeira do dia a dia, mas não deixe de curtir o papai e mamãe com seu amor.
4. Te
ocuparás de ti
Namorados
siameses? Não entre nessa. Cultivar sua individualidade, e incentivá-lo a fazer
o mesmo, é fundamental para ter uma relação saudável. Você deve procurar manter
um espaço só para si em sua vida. Sugestão: atividades esportivas costumam
aliviar as tensões e o stress do cotidiano e, claro, ajudam a manter o corpinho
em dia. Sem falar que os exercícios físicos favorecem a liberação de
substâncias químicas que aumentam a sensação de bem-estar, como a serotonina,
estimulando a libido. Além da ginástica, você pode incrementar sua vida profissional
com cursos e similares, ao mesmo tempo que reserva algumas horas por semana
para sua vida social sem ele hora de
marcar o chope com as amigas. É
imprescindível abrir um tempo para si,
que a possibilite criar e identificar suas escolhas e seus afetos, defende a psicanalista Luciana Wis.
5.
Cultivarás momentos românticos
Sabe
aquela velha história de regar a plantinha? Você ainda tem que adubar, afofar a
terra, tirar as folhas amareladas... Se, por falar nisso, você nem consegue se
lembrar da última vez que ele lhe deu flores, respire fundo e comece a reverter
o quadro fazendo uma lista de programas românticos que gostaria de curtir com
ele. Vale tudo, de viagens a jantares íntimos, além de pernoites em motéis,
sessões de cinema em casa... Comece a preparar a sua DVDteca com nossas
sugestões. Uma pesquisa americana encomendada pela Blockbuster indicou que Como
Se Fosse a Primeira Vez é o filme preferido para casais assistirem juntos. A
comédia romântica, estrelada por Adam Sandler e Drew Barrymore, lidera uma
lista preparada com base em uma sondagem com 1 500 pessoas. O clássico
Casablanca e outra comédia, Harry e Sally, chegaram em segundo e terceiro
lugares, respectivamente.
6. Manterás a calma
Não há
relação que resista a uma mulher prestes a explodir. Muito menos àquela que
reclama de absolutamente tudo o que ele faz e adora dar ordens. Hormônios do
stress produzem sensações persistentes de ansiedade, impotência e fracasso
iminente. Além disso, esse quadro interfere na libido. Segundo dados do Estudo
da Vida Sexual do Brasileiro, desenvolvido pelo Projeto Sexualidade da
Faculdade de Medicina da USP, 26% das mulheres têm problemas com relação à
estimulação sexual, sendo que as causas mais comuns são depressão, ansiedade e
stress patológico. É natural
que a mulher tenha menos libido se está muito concentrada no trabalho ou vive
um momento de desgaste intenso, diz a
psiquiatra e coordenadora da pesquisa, Carmita Abdo. Viva a vida com mais
leveza. Respeite seu próprio ritmo e não se
atropele.
7. Manterás
o diálogo (mas sem blá-blá-blá)
Você já
deve ter reparado, em bares, casais sentados... em silêncio sepulcral. Please,
não deixe a relação virar um filme mudo. A comunicação entre vocês precisa
existir sempre, e de forma clara, honesta e objetiva, já que o outro não tem
bola de cristal para saber qual é a sua. Mas atenção: muitos casais só se
comunicam por meio de suas queixas, expondo os sentimentos negativos em
primeiro plano. É preciso ter sensibilidade para saber a hora certa de dizer
algumas coisas, pois às vezes é necessário dar tempo ao tempo antes de
esclarecer um mal-entendido. Saber escutar é meio caminho para uma resposta
acertada. Ficar reclamando de
assuntos do passado de maneira obsessiva não leva a
uma transformação da relação, ressalta
Fernandes.
8.
Praticarás o bom humor
Indivíduos
divertidos dão à vida um ar de brincadeira extremamente prazeroso. O bom humor
é a exigência número 1 na hora de escolher a cara-metade, segundo um estudo do
Instituto Ipsos em dez países, inclusive no Brasil. Se ele estiver vivendo uma
situação enervante e você mostrar quanto é espirituosa e leve, ele a achará
maravilhosa. Por outro lado, a rabugice é contagiosa. Após acompanhar a vida de
60 casais, pesquisadores da Universidade de Northwestern, nos EUA, concluíram
que, se um dos parceiros for do tipo irritadiço, esse modo de ser acaba virando
um traço da personalidade da dupla.
9. Não
terás dor de cabeça
Essa
desculpa para não transar está mais que esfarrapada. Muitas vezes as mulheres
acabam dispensando uma noite incrível de sexo porque estão desanimadas ou com
preguiça, e aí vão minando a relação. Segundo números do Estudo da Vida Sexual
do Brasileiro, o cansaço é um dos fatores apontados como inibidores do sexo
para 58% das mulheres e 50% dos homens. No entanto, de acordo com a pesquisa
Mosaico Brasil, coordenada pela médica Carmita Abdo, 96% de homens e mulheres
concordam que a harmonia de um casal depende de sexo. Quer dizer, a vida sob os
lençóis representa um fator decisivo na estabilidade da vida a dois. Aqueles que evitam sistematicamente o sexo ou
o exercitam com rapidez ou pouca dedicação estão negligenciando uma grande possibilidade de
descarga de tensão e conforto, conclui a médica.
10.
Elogiarás teu companheiro
Infelizmente,
com o passar dos anos, deixamos de elogiar nosso parceiro como fazíamos antes.
Volte a exercitar isso e incentive-o a repetir com você, e veja que energia boa
trará de volta para o relacionamento. Algumas palavras, ditas no momento certo,
serão capazes de deixar seu parceiro forte e seguro. Inclusive na hora da
transa. O bom desempenho do homem
tem tudo a ver com a autoestima e a certeza de que ele é admirado. Se não se
sentir confiante, dificilmente estará à vontade, diz
Carmita. Pense nisso não só em relação a sexo mas na vida em geral. Lembre-se:
se tudo vai mal, o pior que você pode fazer é criticá-lo. Jogue no time dele
para que ele faça o mesmo com você. Um
relacionamento se constrói e se
mantém com cumplicidade, diz Carmita.
Pediatras explicam o poder da brincadeira
Escrito para o BabyCenter Brasil
Para mostrar que brincadeira é
mesmo coisa séria, foram perguntados aos pediatras do Conselho Médico do
BabyCenter o que pais e mães precisam saber sobre esta atividade.
Que brinquedos
você acha essencial uma criança de até 3 anos ter?
Paulo Sérgio
Ferreira: Bola,
brinquedos que promovem movimentos sem provocar risco de acidentes, brinquedos
de encaixar, de reconhecimento de símbolos, figuras, formas, até letras (sem a
pretensão de alfabetização precoce). Vale a pena também ter brinquedos que
imitem frutas e legumes, para incentivar a alimentação saudável na idade em que
as crianças começam a fugir dos vegetais. .
Fábio
Picchi: Coisas que ela possa manipular livremente: brinquedos de montar,
com várias cores e formas, que permitam sobreposição. Blocos de madeira são
baratos e incentivam a imaginação, desde que sejam feitos com material atóxico.
Brinquedos criados especialmente para esta idade costumam ser ótimos. Mas é
preciso saber que a atenção de uma criança pequana não dura mais de 10 minutos,
por melhor que seja o brinquedo.
Tem algum
brinquedo que você NÃO gosta ou recomenda?
Paulo Sérgio
Ferreira: Sim,
brinquedos que estimulem a violência como armas de brinquedo, joguinhos que
envolvam violência e os que apresentam riscos de acidentes.
Fábio Picchi: Revólveres.
O maior problema está mais para a frente, com jogos extremamente violentos
eletrônicos. Brinquedos que são só para a criança olhar também não funcionam
muito bem. Depois de um minuto de encantamento, ela vai querer pôr a mão e vai
quebrar. Adulto é que gosta desse tipo de brinquedo.
O que você acha
de crianças brincarem no computador, tablet ou telefone?
Paulo Sérgio
Ferreira: Alguns
programas são interessantes desde que usados com limitação de tempo. A partir
do momento em que esses aparelhos são oferecidos às crianças, muitas delas
ficam grudadas. Assim diminui o tempo que deveria ser destinado às outras
atividades saudáveis, como as brincadeiras que estimulam o desenvolvimento
motor. A excitação provocada pelos joguinhos pode afetar o sono. Os pais devem
ficar atentos, pois muitos se acomodam e as crianças ficam expostas aos
aparelhos por tempo demais.
Fábio
Picchi: Eu acho ótimo, principalmente o tablet, que é mais acessível para
criança pequena. A gente vê a facilidade que a criança tem com esse tipo de
equipamento. Se ela ficar uma hora por dia fazendo isso mas usar o resto do
tempo ao ar livre, não tem problema. Não dá para deixar a criança fora desse
mundo. Aquela criançada que ficava na TV a tarde inteira pelo menos está
interagindo com alguma coisa. Dê preferência a jogos que simulem a motricidade,
ou seja, promovam movimentos variados.
Que erros os
pais cometem quando se trata da questão da brincadeira?
Paulo Sérgio
Ferreira: Brincadeiras
que aumentam os riscos de acidentes e traumas, como jogar a criança para
cima, rodar pelos braços ou tracioná-los de maneira brusca, segurar a
criança pelos pés... Também as brincadeiras que estimulam a violência.
Fábio Picchi: Existem
pais e mães que têm muita dificuldade em brincar com a criança, porque não
gostam ou não sabem, ou porque não estão acostumados a conviver com crianças.
Se isso acontece, perde-se uma ligação que não pode ser recuperada depois. É
preciso observar como outras pessoas lidam com a criança na escola, por
exemplo, ou na pracinha, para se inspirar. Também vejo pais que tentam
controlar demais a brincadeira, ou que compram brinquedos para si, completamente
inadequados para a idade da criança.
Meu filho gosta
de brincar de boneca e vestir fantasia de menina. Tem problema?
Paulo Sérgio
Ferreira: Acredito que
não, pois a criança de até 3 anos ainda não tem a referência sobre se tal
brinquedo é de menino ou menina. Essa referência foi imposta ao longo dos anos
pela sociedade, e persiste até hoje, mas vem perdendo um pouco força nos
últimos anos.
Fábio
Picchi: Acontece, é absolutamente normal. Costuma ser uma fase
transitória. Quanto mais se proibir, mais a criança vai querer aquilo, que não
interfere em nada no desenvolvimento da sexualidade. Mas é válido proteger a
criança de gozações e do bullying. O ambiente escolar pode ser cruel. Os outros
é que estão errados, mas quem sofre é criança, portanto faz sentido que seja
protegida. Ou seja: é melhor não deixar o menino levar a boneca do "dia do
brinquedo" na escola.
Quando a criança
fica obcecada com só uma coisa (princesa, dinossauro...), devo incentivar?
Paulo Sérgio
Ferreira: É muito
comum a criança focar suas brincadeiras em um personagem, um animal ou um
brinquedo durante um período de tempo que varia de criança para criança. Não é
interessante bloquear aquele interesse único (que é transitório), para não
gerar a possibilidade de frustrações futuras.
Fábio
Picchi: Não há problema em incentivar, mas é preciso prestar atenção para
ver se a a fixação não fica meio doentia, impedindo que surjam outros
interesses. Existem formas de autismo, especialmente as mais leves, que têm
essa característica. Mas, além da fixação, o contato pessoal da criança com as
pessoas fica pobre, ela fica em seu próprio mundinho.
Existe um tempo
"ideal" de brincadeiras por dia?
Paulo Sérgio
Ferreira: O tempo
ideal varia de criança para criança e é determinado por elas. Uma coisa é
certa: quando a criança não quer dar continuidade a uma determinada
brincadeira, ela própria estabelece um ponto final.
Fábio
Picchi: Criança que não está dormindo ou comendo está brincando. Não
importa se a brincadeira é formal ou não. Mas é preciso dividir o tempo:
tablet, atividades ao ar livre... Mesmo vendo TV, a criança pode interagir,
dançar, e aí estará brincando. No carro, por exemplo, você pode criar
brincadeiras, como procurar carros de determinada cor ou modelo.
Você pode dar
ideias de brincadeiras para fazer com crianças pequenas?
Paulo Sérgio
Ferreira: Brincadeiras
de adivinhação, do aprendizado de formas, letras, símbolos, brincadeiras com
bola, de esconder e outras que estimulem a movimentação e o equilíbrio, como
dançar.
Fábio
Picchi: Sentar-se com a criança no chão e manipular brinquedos de montar
com ela. Brincar como se fosse criança. Dá para ver quais são as babás boas
quando elas chegam ao consultório: imediatamente sentam no chão, pegam brinquedos
e começam a brincar junto, mas sem direcionar muito. Já muitas outras se sentam
numa poltrona e ficam só olhando. Contar a história de um livro também é ótima
brincadeira.
Por que os
livros são tão importantes, mesmo que a criança não saiba ler?
Paulo Sérgio
Ferreira: Os livros
incentivam a curiosidade, o reconhecimento de formas, figuras, cores, e até
familiarização com as letras. Em tempos de "iTudo", os livros ainda
constituem um dos maiores incentivos ao aprendizado. As crianças que crescem
com livros em geral serão adultos adeptos da leitura.
Fábio Picchi: É
importante a criança aprender a manipular aquele objeto novo. Ela aprende que a
cada virada de página vem algo diferente, principalmente a partir dos 2 anos.
Descobre que mesmo livros sem ilustração são fonte de histórias que causarão
prazer e botarão fogo na imaginação. O livro será visto como um objeto
fascinante.
Inveja, um sentimento que sucumbe à infelicidade
A inveja dos homens mostra o quanto se sentem infelizes, e sua atenção
constante às ações e omissões dos outros mostra o quanto se entediam.
Arthur Schopenhauer
(1788-1860), filósofo alemão.
Inveja, palavra proveniente do latim invidĭa,
significa o desejo de obter algo que outra pessoa possui e que você não tem.
Representa a tristeza ou o pesar pelo bem alheio.
De acordo com o psicoterapeuta e escritor José Luis
Cano, a inveja nada mais é do que “um fenômeno psicológico muito comum que
causa um grande sofrimento para muitas pessoas, tanto para os invejosos como
para suas vítimas. Ela pode ser explícita e transparente, ou formar parte da
psicodinâmica de alguns sintomas neuróticos. Em todos os casos, a inveja é um
sentimento de frustração insuportável perante algum bem de outra pessoa,
causando o desejo inconsciente de danificá-lo”.
Cano também afirma que um indivíduo invejoso é um
ser insatisfeito, seja por imaturidade, repressão, frustração, etc. No geral,
essas pessoas sentem, consciente ou inconscientemente, muito rancor contra
outros que possuem algo que elas também desejam, mas que não podem obter ou não
querem desenvolver (beleza, dinheiro, sexo, sucesso, poder, liberdade, amor,
personalidade, experiência, felicidade).
É por isso que o invejoso, ao invés de aceitar suas
carências ou perceber seus desejos e capacidades e assim desenvolvê-los, odeia
e deseja destruir todas as pessoas que, como um espelho, lembrem-no da sua
privação. Em outras palavras, a inveja é a raiva vingadora do impotente que, em
vez de lutar por seus anseios, prefere eliminar a concorrência.
A inveja tem inúmeras formas de expressão:
críticas, ofensas, dominação, rejeição, difamação, agressões, rivalidade,
vinganças. O psicoterapeuta espanhol José Luis Cano assinala que “na escala
individual, a inveja costuma ser parte de muitos transtornos psicológicos e de
personalidade; nas relações profissionais e de casal, ela está envolvida em
muitos conflitos e rupturas; e na escala social e política, sua influência é
imensa”.
Já o catolicismo considera a inveja como um dos
sete pecados capitais, uma vez que ela constitui a fonte de outros pecados. O
invejoso deseja ter algo que o outro possui, sem se importar em prejudicar a
outra pessoa, para obter esse bem. Para o cristianismo, esse sentimento baixo e
ignóbil é inaceitável, já que cria uma situação que causa infelicidade e dor
para o outro indivíduo.
O poeta italiano Dante Alighieri, na sua obra o
Purgatório, o segundo dos três cantos da Divina Comédia, define a inveja como
“amor pelos próprios bens pervertido ao desejo de privar a outros dos seus”. O
castigo para os invejosos era ter seus olhos fechados e costurados com arame,
para que eles não vissem a luz (porque haviam tido prazer em ver os outros
sofrerem).
Fonte: id.discoverybrasil
sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Campanha Nacional de Multivacinação
As crianças menores de 5 anos devem comparecer ao posto de vacinação de
24 a 30 de agosto para atualizar a caderneta.
Não deixe de levar seus filhos
ao posto de saúde, é de extrema importância manter as vacinas
em dia!
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
As Quatro Questões de Allen
Para ter sucesso
verdadeiro, faça quatro perguntas para si mesmo: Por que? Por que não? Por que
não eu? Por que não agora? – James Allen (1864 – 1912)
Por
que…? Encontre a
razão mais profunda e verdadeira para algo, e essa razão manterá você vivo em
um mundo de sonâmbulos. Entenda as razões e os motivos verdadeiros, antes de
tomar uma decisão. Pergunte-se todo o tempo: “por que devo fazer essa coisa, e
não aquela? ” Entenda o que se passa dentro de você. Entenda os motivos mais
profundos pelos quais algo deve ser feito em sua empresa ou departamento, em
sua comunidade, sua equipe ou família. Por que…? Enquanto você não tiver
esclarecido isso para si próprio, as razões sempre serão frágeis e você poderá
ser derrubado, ou derrubada, muito facilmente. Por que quero me casar com ela?
Por que quero mudar de carreira? Por que temos que mudar este produto? Por que
quero este diploma? Enfim, encontre uma razão e apegue-se a ela.
Por
que não? O que impede
você de fazer isso? Na maioria das vezes, demoramos demais para fazer algo,
simplesmente porque novas ideias fazem a gente assumir que, se não foi feito
antes, provavelmente não deve ser feito. Será? Procure os motivos para não
fazer algo. Muitas vezes, você vai descobrir que não existe motivo real algum
para não fazer isso. Então… por que não? Pense, e responda: Por que não romper?
Por que não fundar essa empresa? Por que não escrever este livro? Por que não
ter filhos? Por que não procurar outro emprego? Por que não fazer este curso?
Por que não dar aquele telefonema? Por que não arriscar? Pergunte-se sempre:
Por que não?
Por
que não eu? Se alguém
tem que fazer algo, você pode ser este alguém. Inúmeras vezes, encontramos a
razão para que algo seja feito e, ao perguntarmos “por que não?”, vemos que
nada impede que seja feito. A próxima pergunta lógica: por que não eu? Sim,
talvez você seja exatamente a pessoa que deva começar isso. Alguém tem que
escrever este livro: por que não você? Alguém tem que propor este produto: por
que não você? Alguém que que defender esta ideia na Câmara ou no Senado: por
que não você? Alguém tem que reconciliar a família: por que não você? Alguém
tem que dar o primeiro passo: por que não você?
Por
que não agora? Às vezes, o
melhor momento para começar algo é… Imediatamente. Se algo tem que ser feito,
se não há razão sólida para que este algo não seja feito e se você mesmo pode
fazer isso, então vem a última pergunta: Por que não fazer isso agora? Tantas
vezes na vida, nós passamos pelas primeiras três perguntas e, então, fazemos de
conta que somos eternos… Que podemos fazer aquilo em algum momento no futuro,
quando… tivermos o diploma… os filhos tiverem crescido… a aposentadoria chegar…
P A R E. Isso é apenas uma armadilha do lado temeroso de sua mente. Não espere
o dia perfeito. O dia perfeito é hoje. Se não hoje… quando?
Siga o conselho de
James Allen: “Para ter sucesso verdadeiro, faça quatro perguntas para si
mesmo: Por que? Por que não? Por que não eu? Por que não agora?
domingo, 28 de abril de 2013
Brincando e Aprendendo :)
Esse é meu amado filho,tem 1 ano e 8 meses.Costumo gravar as suas arrumações,e dessa vez foi a forma como ele vem se esforçando para descer do berço!kkkkkkk muito sapeca!
Seja +1 apoiador da #rede
Vamos apoiar a Rede Sustentabilidade!!
Extraído do site: http://www.brasilemrede.com.br/index.php
A Rede Sustentabilidade é fruto de um movimento aberto, autônomo e suprapartidário que reúne brasileiros decididos a reinventar o futuro do país.
É uma associação de cidadãos e cidadãs dispostos a contribuir de forma voluntária e colaborativa para aprofundar a democracia no Brasil e superar o monopólio partidário da representação política institucional.
A efetiva participação de brasileiros e brasileiras nos processos decisórios é condição fundamental para a promoção do desenvolvimento justo e sustentável.
Aberta ao diálogo e construída com a participação direta de seus integrantes, a Rede Sustentabilidade é um espaço de mobilização e inovação, no qual floresce uma nova cultura política.
Uma legenda capaz de abrigar candidaturas de cidadãos que não façam parte de seus quadros, mas que compartilhem de seus ideais, comprometida com a transparência de seus processos internos e empenhada na renovação de suas lideranças.
Como apoiar - passo a passo
Seja +1 apoiador da #rede
A #rede precisa obter 500 mil assinaturas em fichas de apoio para obter seu registro como partido político.
Isso só será possível com a sua colaboração. Vamos criar um grande movimento de cidadania!Importante: apoiar a criação da #rede não é filiar-se ao partido e não significa responsabilidade legal.
Há duas maneiras de você dar apoio à criação da #rede.
1. Apoio individual
- Imprima a ficha de apoio. Cada página tem três fichas, mas você pode preencher apenas uma.
- Use caneta para preencher a ficha.
- Escreva seu nome completo, sem abreviações.
- Preencha com os dados de seu Título de Eleitor. As informações sobre o Município e o Estado se referem ao local de emissão do documento, não ao local de nascimento.
- Caso você não tenha o Título de Eleitor em mãos, clique aqui e obtenha as informações no site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).
- Se você estiver com dificuldades para acessar o site do TSE para obter os dados de seu título, coloque na ficha a data de seu nascimento e o nome completo de sua mãe, sem abreviações.
ATENÇÃO, o nome completo de sua mãe precisa ser o nome que ela tem no título de eleitor.
- Não se esqueça de assinar a ficha antes de enviá-la pelo correio. Sua assinatura é a garantia do apoio.
- Envie sua ficha pelo correio para o endereço referência de seu Estado (www.brasilemrede.com.br/enderecosestaduais)
2. Seja um mobilizador. Conquiste o apoio de seus familiares, amigos, vizinhos, colegas de trabalho e de escola. Todos os eleitores brasileiros são bem-vindos no apoio à #rede.
- Imprima as fichas de apoio. Cada página tem três fichas.
- Com caneta, preencha as fichas dos apoiadores que você conseguir.
- Escreva o nome deles por inteiro, sem abreviações.
- Preencha com os dados do Título de Eleitor. As informações sobre o Município e o Estado se referem ao local de emissão do documento do apoiador, não ao local de nascimento.
- Caso o apoiador não tenha o Título de Eleitor em mãos, preencha os campos da data de nascimento do apoiador e o do nome da mãe, sem abreviações.
- Peça para que cada um assine sua ficha. A assinatura do eleitor é a garantia do apoio.
- Encaminhe as fichas de apoio pelo correio para o endereço referência de seu Estado (www.brasilemrede.com.br/enderecosestaduais).
- Não espere acumular muitas fichas para enviar. Quanto antes elas chegarem às coordenações estaduais, melhor!
Depois que você coletou os apoios à #Rede, chegou a hora de enviar as fichas para conferência.
Envie para o endereço estadual!
Acesse aqui: http://movimentoemrede.com/#enderecos
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Liga das Florestas
A Liga das Florestas precisa de heróis. A fauna e a flora brasileiras estão em risco, e com elas o futuro do Brasil. Mas você pode ajudar a salvá-los. O Greenpeace lança, com outras organizações, um projeto de lei popular pelo desmatamento zero de nossas matas. Ao assinar a petição no site, e ao compartilhar e estimular seus amigos a fazerem o mesmo, você acumula pontos, ajuda a proteger um dos bens mais preciosos que o Brasil possui e ainda ganha prêmios. Participe!
Ajude-nos a salvar nossas florestas: entre para a Liga das Florestas e participe de nosso desafio. Assine e compartilhe a petição pela Lei do Desmatamento Zero. Você pode ganhar camisetas exclusivas do Greenpeace.
http://www.ligadasflorestas.org.br/users/335387
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