sábado, 14 de março de 2015

Três dicas com embasamento científico para melhorar a sua memória

Você sabia que jovens com idade entre 18 e 34 anos têm mais dificuldade para memorizar datas, lugar onde guardou as chaves, de fazer o almoço e até de tomar banho do que pessoas com mais de 55?

Quando o assunto é a dificuldade para lembrar de datas o placar foi 15% (para os mais novos ) vs 7% (para os mais velhos). Na hora de lembrar onde as chaves foram guardadas, 14% dos novinhos costumam perdê-las vs 8% dos maiores de 55.

Entre os mais jovens 9% às vezes se esquecem de fazer o almoço vs 3% dos mais velhos. E por fim, 6% das pessoas com idade entre 18 e 34 anos às vezes se esquecem de tomar banho contra 2% dos cinquentões.

Para quem acha que faz parte deste seleto grupo de esquecidos, a Galileu criou algumas dicas. São três métodos que, se aplicados no cotidiano, podem ajudar, e muito, os esquecidinhos de plantão.

1. Memórias e objetos físicos
Sabe aquela situação embaraçosa quando você acabou de conhecer uma pessoa e logo em seguida se esquece do nome dela? Uma maneira de evitar esse tipo de constrangimento é associar o nome a algum objeto que esteja próximo no momento da apresentação. Por exemplo, você conheceu o Fernando perto do piano, então deve pensar que conhecer o Fernando do piano. Pode parecer bobagem ou absurdo, mas funciona na prática, foi comprovado cientificamente e pode salvar a sua pele principalmente em contextos profissionais.

2. Evite memorizar por repetição
Quando precisar falar em público evite memorizar as falas por repetição. O ideal é ter em mente o que você precisa dizer e entender bem o contexto geral da coisa. Falas decoradas podem desaparecer da mente num momento de nervoso, o que não acontece quando você apenas sabe o conteúdo que tem que ser dito e pode improvisar na hora da apresentação.

3. Escreva, rabisque, desenhe
Estudos científicos constataram que escrever enquanto você absorve novas informações ajuda a fixar o conteúdo e aumenta a capacidade da memória, como na escola.  Uma pesquisa realizada em 2009 demonstrou que as pessoas que escreviam enquanto escutavam uma lista de nomes sendo falada lembravam 29% a mais dos nomes do que as que não escreviam.