terça-feira, 8 de outubro de 2013

Concurso do HUUFMA pode ser adiado

Concurso do HUUFMA pode ser adiado para 10 de novembro por causa da greve dos bancários.



As provas do concurso público para o Hospital Universitário da Universidade Federal do Maranhão (HUUFMA) deverão ser adiadas para o próximo dia 10 de novembro. O motivo do adiamento do certame, que segundo o edital tinha data das provas marcadas para o dia 20 de outubro, seria em decorrência da greve dos bancários, que ocorre em todo o país há 20 dias.
De acordo com informações , representantes do Institiuto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), empresa empresa responsável pela realização do concurso, teriam procurado aUniversidade Estadual do Maranhão (UEMA), no intuito de reservar o prédio da universidade para a aplicação das provas do certame para o próximo dia 10 de novembro.

O motivo do adiamento das provas do concurso, seria a impossibilidade de saber a quantidade de pessoas que efetuaram o pagamento da taxa de inscrição e, consequentemente, efetivaram sua inscrição.

No site da IBFC, há apenas uma nota informando que o pagamento da taxa de inscrição, que estava previsto para ser encerrado no dia 4 de outubro, foi prorrogado até a próxima quinta-feira (10/10).

Na nota, o IBFC informa, que uma segunda via da Guia de Recolhimento da União (GRU), com vencimento para o dia 10 está disponível para ser acessada. A GRU é o meio pelo qual os candidatos efetuam o pagamento da taxa de inscrição do certame.

Em contato com o Departamento de Concursos da IBFC, a reportagem de O Imparcial foi informada que a empresa deverá divulgar uma nota oficial, sobre o adiamento do concurso, ainda na tarde desta terça-feira (08/10).

A Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), responsável pelos hospitais universitários de todo o país, informou que ainda não há nenhum posicionamento acerca do adiamento das provas do concurso para o Hospital Universitário do Maranhão. A Ebserh informou ainda que aguarda o fim da greve dos bancários para os próximos dias. E que apenas após o fim do impasse, poderá se posicionar a respeito do possível adiamento das provas.